Crescer em novas regiões sem multiplicar fornecedores

Mais países, mais provedores, mais tráfego e o mesmo time de TI tentando dar conta de tudo

Toda expansão internacional começa com uma boa notícia. A empresa entra em um mercado novo, abre uma filial, fecha contratos com clientes locais e o volume de operação cresce. Só que, junto com cada nova região, costuma chegar também um novo provedor de conectividade, com contrato próprio, SLA próprio e um canal de suporte que funciona em outro fuso horário.

Depois de alguns anos nesse ritmo, a empresa percebe que cresceu em países, em tráfego e em complexidade, enquanto o time responsável pela infraestrutura continua praticamente do mesmo tamanho.

No começo, contratar um fornecedor local em cada país parece a escolha mais prática, porque ele conhece o mercado e resolve rápido. O problema aparece quando esses fornecedores se somam. Cada um mede disponibilidade de um jeito, cada contrato tem uma multa diferente, cada fatura chega em um formato e cada suporte tem o seu próprio processo de escalonamento.

Na prática, isso significa que não existe um padrão de qualidade para a operação como um todo. A filial do México pode ter um SLA excelente enquanto a de Portugal convive com quedas frequentes, e a empresa só descobre essa diferença quando algum problema grande acontece.

A situação fica mais delicada quando surge um incidente que envolve mais de uma região. Um sistema que roda na nuvem nos Estados Unidos fica lento para a equipe no Brasil, e cada provedor envolvido garante que o problema não está do lado dele. Enquanto os fornecedores trocam e-mails tentando descobrir onde está a falha, o time interno fica no meio da conversa e a operação segue prejudicada.

Com vários fornecedores, ninguém responde pela rede de ponta a ponta, e é exatamente essa ponta a ponta que importa para quem depende da conexão para trabalhar.

A expansão também muda o volume e o desenho do tráfego. Mais usuários, mais aplicações em nuvem e mais comunicação entre filiais exigem uma rede pensada para crescer, com capacidade ajustada em cada ponto e boa latência entre as regiões.

Quando cada país é tratado de forma isolada, esse planejamento fica quase impossível, porque ninguém tem a visão completa de como os dados circulam entre as unidades. O resultado costuma ser capacidade sobrando em um lugar, faltando em outro e decisões de upgrade tomadas só depois que o problema já apareceu.

A alternativa é concentrar a conectividade de todos os países em um único parceiro, que responda pela operação inteira com um padrão só de qualidade e atendimento. Isso não significa abrir mão da infraestrutura local, e sim ter alguém que faz a gestão dos provedores de cada região e entrega para a empresa uma experiência única.

É assim que a Dot a Dot trabalha, reunindo a conectividade de LATAM, Europa e África sob um único contrato, com SLA consolidado, suporte de um NOC que enxerga a rede como um todo e um ponto de contato para qualquer questão, em qualquer país. Quando algo acontece, a empresa tem uma pessoa para acionar e uma responsável pela solução.

Se a sua empresa já opera em vários países ou tem novas regiões no radar, vale contar quantos fornecedores, contratos e SLAs diferentes fazem parte da sua infraestrutura hoje. Esse número costuma mostrar rapidamente o quanto de controle se perdeu no caminho.

Fale com o time da Dot a Dot e cresça em novas regiões mantendo a operação nas suas mãos.

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