O escritório novo está pronto, só falta a internet chegar
Todo plano de expansão internacional tem uma lista de prioridades, mesmo que ela nunca tenha sido escrita dessa forma. Primeiro vem a escolha do país e da cidade, depois o endereço, a estrutura jurídica, a contratação da equipe local, os móveis e, lá no fim, perto da data de inauguração, alguém lembra que o escritório vai precisar de internet.
Essa ordem parece natural porque a conectividade costuma ser vista como um item operacional, quase no mesmo nível de comprar cadeiras ou montar a copa. Mas é justamente essa posição no fim da lista que faz com que tantas filiais abram as portas com equipe contratada, mesas prontas e nenhuma conexão estável.
O que acontece quando a conectividade fica para o fim
Diferente dos móveis, a internet depende de fatores que a empresa não controla e que variam muito de um país para outro. Os prazos de ativação podem levar semanas ou meses conforme a região e a infraestrutura disponível no endereço escolhido, alguns mercados têm exigências regulatórias específicas, equipamentos às vezes precisam passar pela alfândega e quase sempre é preciso negociar com fornecedores que trabalham em outro idioma, outra moeda e outro modelo de contrato.
Quando tudo isso só começa a ser tratado na reta final, o atraso já está garantido. O escritório passa a funcionar no improviso, com roteador 4G e hotspot do celular, a equipe fica abaixo da capacidade e a empresa causa uma primeira impressão ruim justamente no momento em que queria mostrar força no novo mercado. E as soluções provisórias costumam ficar mais tempo do que deveriam, deixando brechas de segurança e uma rede sem padrão que depois dá trabalho para corrigir.
O que muda quando ela sobe para o topo da lista
Colocar a conectividade no início do plano não significa contratar o link antes de tudo, e sim trazer essa conversa para o momento em que as decisões ainda estão sendo tomadas. Isso permite avaliar a disponibilidade de infraestrutura antes de fechar o endereço, o que pode inclusive mudar a escolha do imóvel, e entender os prazos reais de ativação para montar um cronograma que faça sentido.
Também é nessa fase que dá para definir com calma a redundância, a segurança e o modelo de suporte da nova unidade, garantindo que ela já nasça dentro do padrão do restante da operação. Com isso, a data de inauguração deixa de depender da agenda de um fornecedor local desconhecido e passa a fazer parte de um planejamento que a empresa acompanha de perto.
Um parceiro que entra no plano desde o começo
Antecipar a conectividade fica muito mais simples quando existe um parceiro capaz de participar dessa conversa desde o início, em qualquer país que esteja no radar da empresa. Em vez de a equipe de TI descobrir sozinha como funciona o mercado de telecom em cada nova região, ela conta com quem já tem relacionamento com fornecedores locais e responde pela entrega de ponta a ponta.
A Dot a Dot trabalha exatamente assim, com presença no Brasil, nos Estados Unidos e em Portugal e atuação em LATAM, Europa e África, cuidando da contratação, da ativação e do suporte em cada país sob um único contrato. Para o gestor, isso significa ter a conectividade resolvida no planejamento, e não correndo atrás dela na semana da inauguração.
Onde ela está no seu plano hoje
Se a sua empresa tem uma expansão prevista para os próximos meses, vale abrir o cronograma do projeto e ver em que posição a conectividade aparece. Se ela estiver perto do fim, ainda dá tempo de trazê-la para o começo.
Fale com o time da Dot a Dot e coloque a conectividade no lugar certo do seu plano de expansão.